Rafaella Gregório, Autor em Prof. AtilianoProf. Atiliano Rafaella Gregório, Autor em Prof. Atiliano

Rafaella Gregório

Sou Rafaela, orgulhosa de ser legitimamente Alagoana e Igrejanovense. Sou filha de Rejinaldo de Souza e Rosilaine Gregório. Concluí o ensino médio em 2012, na Escola Estadual Professor Pedro Reys, na cidade que resido, então comecei a me preparar para o vestibular, consegui seis bolsas de estudos: três em Instituições Federais e três em Instituições Privadas. Sou estudante de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Alagoas. Divido meu tempo estudando, mas tenho algo que muitos consideram dom, eu apenas considero o amor pela escrita. Amo escrever desde que me entendo por pessoa, coleciono sonhos, histórias, sorrisos e guardo todos na escrita. Escrevo sobre sentimento, sobre autoajuda, cotidiano, pessoas, religião e tudo que o mundo ao redor me proporcionar inspiração. Em 2012, criei o blog “Linhas Tortas”, com a finalidade de guardar e mostrar ao mundo da Web, o quanto meus escritos podem ajudar a vida de alguém, o quantas muitas pessoas já vivenciaram momentos parecidos é lá que deposito cada palavra, cada parte do que sinto, do meu amor pela leitura, escrita e pela vida. Irei dividir com vocês, principalmente você leitor Igrejanovense, você jovem, você adulto, você idoso. Em cada palavra, cada frase, cada parágrafo, cada texto, deixará o meu olhar diante do mundo; espero que te faça refletir sobre a vida, que mude a sua maneira de enxergar o mundo e além de tudo, te proporcione o gosto que tem de viver.

Notícias

  • Vire a página da vida

    Publicado em 27 de fevereiro de 2015

    Vire a página da vida

    Em algumas situações, precisamos virar a página do livro da vida para que possamos escrever uma nova história.

    A lembrança, o rancor, o ressentimento... Está aí: ressentir + mento, só causa ferida e não nos deixa cicatrizar. Sabemos que todo mundo é machucado, que uma palavra, um gesto, uma atitude pode a qualquer momento machucar quem mais amamos, mas só você pode permitir se essas feridas irão permanecer e atingir seu ser.

    Você tem o poder de determinar o tempo que irá permanecer com a dor; precisamos saber cicatrizar o que nos fere, curar cada parte de nós que se encontra magoada. Se te machucaram, se te feriram, se te humilharam não leve isso com você, só leve com você o que for bom para sua vida, para seu coração.

    Virar a página significa recomeçar. Aprendemos a recomeçar desde o primário, quando a professora ensina ao aluno que quando errar, ao invés de apagar o erro e tentar fazer novamente, o melhor a se fazer é virar a página; virar, porque é melhor começar tudo de novo, sem marcas, sem rabiscos, sem cicatrizes.

    Muitas vezes julgamos a vida e o outro a ser o...

  • Sem (De)pressa

    Publicado em 27 de fevereiro de 2015

    Sem (De)pressa

    E tudo passa tão depressa, a gente chega na vida do outro depressa, sai da vida do outro depressa, namora depressa, termina depressa, gosta depressa, desgosta depressa. Está tudo tão depressa. Deixa o depressa. Vai sem pressa.  Será que se preocupássemos menos com o dinheiro e mais com o ajudar ao próximo, seriamos mais felizes? Às vezes queremos tanto do outro, esperamos tanto, ahh quem disse que quem espera mais, se decepciona mais; realmente, se esperar aumenta as expectativas, quando o outro nem chega próximo dessas expectativas, o mundo cai por terra e você sofre, você tem medo, você chora,  você fica fria. Quem disse que não somos uma acumulação de dores da vida? Quem disse que a garota fria de hoje, não foi à apaixonada com o coração partido de ontem? Cada um sabe o que passou, cada um sabe as noites que lutaram contra a dor, contra a vontade de desistir de tudo, mas continuou. Não porque queria, mas porque era preciso. Chega um momento que aprende que não adianta querer fingir ser o que não é, que nada serve senão aquele abraço, que tudo pode parecer ruim, mas que passa. Afinal, tudo passa né? Enquanto não passa, aproveita a vida que te cerca, coloca aquele sorriso...

  • Aprender a Reamar

    Publicado em 27 de fevereiro de 2015

    Aprender a Reamar

    "Tenta não fingir ser durona, você tem um jeito torto de amar, você precisa reaprender a amar".

     Meditei sobre as palavras, pensei e repensei, orei e orei. Realmente,tem pessoas que tem um jeito torto de amar, eu tenho também. Um jeito torto de confiar, de achar que todo mundo é bom, de acreditar nas pessoas, um jeito de cobrar tanto de mim, um jeito de querer sempre mais.O resultado? muitas vezes ( quase sempre) eu me dou mal. Se desisto? Não mesmo. Não sou Capitu, mas mesmo com olhos de ressaca, mesmo com os olhos depois de uma noite mal dormida, de uma noite estudando ou até mesmo chorando... eu sigo. sabe porque? Porque não me dou ao luxo de deixar se abater por certas coisas ! Caiu? Levante! Se decepcionou? Isso é da vida! Errou? Pede perdão! Sentiu falta? Ligue! Quer chorar? Chore! Quer sorrir? Sorria! Mas aprenda pelo amor de Deus, APRENDA! Não temos tempo para ficar se lamentando, não temos tempo para coisas vãs. Você deve e merece ser feliz e se não quer, deixe que o outro seja. Quando a saudade ou a tristeza bater na porta do seu coração, deixa-as entrar, precisamos...

  • ELES SABEM!

    Publicado em 5 de fevereiro de 2015

    ELES SABEM!

    Nessa manhã de um dia qualquer, faço o trajeto de sempre. Pego a bolsa, os livros, o caderno, os fones e vou ao encontro do ponto de ônibus. Exatamente ás 5:45h da

    manhã, vejo as mesmas pessoas de sempre: o senhor de barba branca na porta de casa, um mecânico, mulheres fazendo caminhada, a viúva limpando a frente da casa, o rapaz com os pães na bicicleta, todos recebem meu sincero bom dia . Logo adiante, encontro um casal, eles se despendem um do outro, ela o beija imensamente, ele toca os seus cabelos e a levanta do chão, ali estão eles, no mundo deles, o mundo apenas deles.

    Enquanto Ana Carolina canta aos meus ouvidos, a musica muda rapidamente e Renato Russo insiste em me dizer que tenho todo o tempo do mundo. Ali fico eu, me perguntando qual a quantidade de tempo, quanto tempo realmente eu tenho, o que faz esse tempo valer a pena. Continuo a caminhar e vagarosamente me lembro da infância, quando eu queria adivinhar o que todos pensavam, o que cada mudança facial expressava; hoje quando me vejo diante de alguém, tento fazer o mesmo que fazia na infância, sem sucesso eu indago possíveis pensamentos.

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